COMO ESTABELECER LIMITES

 

  1. Estabeleça uma quantidade mínima de regras.         

 

  1. Esclareça as regras. (Em alguns casos, pode ser que, em vez de simplesmente dizer “Fique no seu lugar!”. você tenha que marcar  o chão, ao redor da carteira, com giz ou fita adesiva colorida, e explicar que colocar um pé fora do círculo significará “sair do lugar “)

 

  1. Entregue aos alunos uma lista de conseqüências, positivas e negativas, para que saibam antecipadamente qual recompensa haverá no cumprimento das regras e a qual punição estarão sujeitos.

 

  1. Seja tão verdadeiro quanto a sua palavra. (Se disser que três más atitudes em 15 minutos vão significar 3 minutos de castigo, cumpra a sua palavra. Não perca o controle a ponto de punir o aluno depois de duas ‘deslizadas’ nem deixe que ele cometa 4, 5 ou 6 erros para só depois você zangar com o aluno.)

 

  1. Não ameace com castigos ou prometa recompensas possíveis.

 

  1. Só exija atitudes viáveis. (Seja específico sobre o que os alunos devem fazer.

 

  1. Seja um exemplo para os alunos em todas as situações.    (Discuta as atitudes, assim como os estágios para os alunos alcançarem autocontrole. Essa técnica não produz mudanças comportamentais instantâneas, mas é eficiente a longo prazo, sendo uma ferramenta útil quando usada de forma consistente.)

 

  1. Sempre que possível faça com que a punição esteja de acordo com a infração. Ficar de castigo em uma cadeira no canto da classe por não estar acompanhando a aula não faz muito sentido; perder parte de uma atividade especial pode ser mais apropriado. Ensinar aos alunos que as atitudes deles devem ser controladas por eles mesmos e que as conseqüências de tais ações são de responsabilidade deles próprios, é a parte mais difícil do processo educacional.

 

  1. Evite conflitos. (Estabeleça limites, usando critérios impessoais. Um alarme sonoro para indicar o final de uma atividade, por exemplo, funciona melhor do que o professor dizer que acabou o tempo. Também é útil manter o cronograma dos trabalhos individuais diários, e a lista de regras e conseqüências, dependuradas nas paredes de forma a ficarem visíveis para os alunos.)

 

  1. Seja bastante positivo. (Estabelecer limites é saudável, mas não precisa ser feito de forma hostil. Firmeza não significa intimidação.)

 

  1. Estabeleça limites exigindo comportamentos que sejam a expressão do comportamento desejável. (Muitas vezes, é mais eficiente dizer, “Coloque as mãos em cima da certeira””, em vez de “Não bata no seu colega!”.

 

  1. Deixe os alunos fazerem escolhas. (Exemplo: “Este trabalho está demorando mais do que o esperado. Você pode escolher  terminá-lo agora ou usar parte do intervalo  para completá-lo.”)

 

  1. Aproxime-se fisicamente dos alunos para ajuda-los. (O simples fato de se aproximar de um estudante que está fora do lugar, conversando ou agitado, muitas vezes já resulta em correção, sem que nem ao menos uma palavra tenha que ser dita para o aluno.)             

 

  1. Juntar papéis, recolher trabalhos e apagar o quadro são tarefas ‘disputadas’ pelos alunos. Em uma situação estressante, use esta estratégia para desviar a atenção deles para evitar uma briga e dar ao professor tempo para lidar com quem estiver agindo de forma inadequada ou instigando mau comportamento.

 

 

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(Traduzido e Reproduzido por Lucília Panisset Travassos, com permissão).